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Bem-vindo (a). Por aqui verás emoções que tive, que tenho, que sempre as terei.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Lídimo amor






Devolva meus sonhos
Tudo o que levaste embora
Devolva minha alegria
Deixe-me aqui fora

Na minha garganta moram
As palavras que queria lhe dizer
E na cabeça o mundo perfeito
Destruído por você

Sabe quantos versos lhe dediquei?
Por que me faz tanto mal?
Sabe das lágrimas que derramei?

A ti deixo meu adeus
Meus versos, suas fotos
Lídimo amor

O mar me conduziu e me fez pensar



O mar me conduziu e me fez pensar
Que o que vejo em você
É apenas o ideal que queria que fosse
Você não é como eu vejo

E um dia vou me lembrar
De o quanto me enganei
Nesse dia onde as ondas bateram em mim
Fizeram-me lembrar

Das pancadas que me destes
Com as suas atitudes
Toda brincadeira tem a sua verdade
Isso não é mentira
E vejo que as suas verdades envolta das brincadeiras
Doem e como doem

Cansado de insistir
De ficar dando murro em ponta de faca
Sigo e cego tento viver tal imaginário
No meu mundo real.

sábado, 29 de junho de 2013

CLARINETE





C_omo foi possível isso acontecer?
L_ogo tão perto que eu de longe não enxergava o
A_mor simples pelo simples fato das companhias gostarem
R_ealmente de permanecerem a eternidade juntas
I_nesquecível à noite em que meu coração foi devolvido a mim
N_aquela noite em que a jovem quebra as correntes que estavam
E_maranhadas em meu peito fazendo com que
T_udo voltasse melhor do que antes e agora
E_stou vivendo a plenitude de viver



(diário de Bruno em – As memórias do cavaleiro do amor)

sábado, 15 de junho de 2013

Era, ela e ele



Era para ser mais um sonho
Ela era tudo o que ele mais amava
Ela era tudo que ele mais sonhava

Era ela que o fazia feliz
Ela conhecia-o todo
Ela o chamava de fofo
Ele era tudo que ela sempre quis

Era uma noite fria
Ela disse que precisava desabafar
Ela há duas noites não parava de chorar
Ele estava tomado por aquela tensão sombria

Era sobre o fim que ela ia falar
Ela estava decidida
Ela nada mais sentia
Ele não era mais o homem que era estava a amar.


Doug!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Poeta calado




Vai alma boa e coração sereno,
Coração que muito acredita nas pessoas
Alma que anseia e espera
Um mundo mais justo e melhor

Coração tolo que não sabe dizer não
Alma que carrega sofrimentos por tamanha qualidade
O que esta por trás desses olhos blindados pelos seus óculos?
O poeta permanece calado

Mesmo com o maior dos sofrimentos, sorri
Mesmo errando ele segue como qualquer um,
Só quer um lugar para ele
Perto da lua
Onde ele pode ser seu poema, sua canção

E lá vem ele sensível
Sim, ele se irrita, é humano, até demais
Mas a raiva logo passa
Ele não guarda coisas ruins nele

Ele só guarda o que ele acha bom
Guarda os sorrisos, os amigos e lágrimas e seus aprendizados
E a fé em Deus o mantém em pé



D!