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Bem-vindo (a). Por aqui verás emoções que tive, que tenho, que sempre as terei.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Entrega



O que mais me doe
É ver que nunca te conheci
É olhar pra ti e não sentir
Quem eu “conheci” há tempos atrás

O que mais me cega
É pensar em minha entrega
Sem rodeios, sem reservas
Foi totalmente incorreta

O que não me deixa viver
É que apesar de tantos pesares
Basta em ti pensar
Volto a dizer:
Te amo

Espera



Como resistir a teus olhos
A sua beleza
Como é bom poder te abraçar e sentir tudo que há de bom
Parece que seus ombros são minha casa
São o alívio de minhas dores e
Combustível para minha vida

Espero o que nunca vai chegar
O sonho que nunca vai se realizar
Por que a você dou tanto amor?
Quando irão cessar essas lágrimas

Eram pra ser somente versos



Eram pra ser somente versos
Mas eram a sua ultima historia de amor
As últimas lágrimas derramadas resumidas em palavras
Eram tantos que ele já não queria contar
Para não sofrer mais

Eram para ser somente versos
Mas ali ele detalhava as emoções sentidas e descobertas
Graças aquela que ele deu todo seu mundo, mas, por quê?

Eram para ser, mas, eram mais que versos.
Agora entendo o porquê de sua dor e isolamento
Deixem o poeta quieto e calado

Lídimo amor






Devolva meus sonhos
Tudo o que levaste embora
Devolva minha alegria
Deixe-me aqui fora

Na minha garganta moram
As palavras que queria lhe dizer
E na cabeça o mundo perfeito
Destruído por você

Sabe quantos versos lhe dediquei?
Por que me faz tanto mal?
Sabe das lágrimas que derramei?

A ti deixo meu adeus
Meus versos, suas fotos
Lídimo amor

O mar me conduziu e me fez pensar



O mar me conduziu e me fez pensar
Que o que vejo em você
É apenas o ideal que queria que fosse
Você não é como eu vejo

E um dia vou me lembrar
De o quanto me enganei
Nesse dia onde as ondas bateram em mim
Fizeram-me lembrar

Das pancadas que me destes
Com as suas atitudes
Toda brincadeira tem a sua verdade
Isso não é mentira
E vejo que as suas verdades envolta das brincadeiras
Doem e como doem

Cansado de insistir
De ficar dando murro em ponta de faca
Sigo e cego tento viver tal imaginário
No meu mundo real.

sábado, 29 de junho de 2013

CLARINETE





C_omo foi possível isso acontecer?
L_ogo tão perto que eu de longe não enxergava o
A_mor simples pelo simples fato das companhias gostarem
R_ealmente de permanecerem a eternidade juntas
I_nesquecível à noite em que meu coração foi devolvido a mim
N_aquela noite em que a jovem quebra as correntes que estavam
E_maranhadas em meu peito fazendo com que
T_udo voltasse melhor do que antes e agora
E_stou vivendo a plenitude de viver



(diário de Bruno em – As memórias do cavaleiro do amor)